Ele viu os homens pararem, se afastarem e olharem ao redor. Não encontraram ninguém, mas adiaram a discussão e correram na direção do som, trocando breves discursos raivosos enquanto corriam. "E pensar que você deixou aquele imprestável do Ken Judson conhecer a nossa professora", lamentou a Sra. Wopp. "Ora, ele é o sujeito mais profano da cidade. Os pais dele na Inglaterra mandam muito dinheiro para ele ficar longe deles, e ele gasta tudo em bebida e jogo."!
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Jenny, minha verdadeira amada Mas ele não conseguiu desviar a atenção da luta por muito tempo. "Mãe, você não vai descobrir logo sobre o Jimmy, o quanto ele está ferido? E eu queria saber se a Vilette e a Evelyn estão bem; foi horrível vê-las sendo atingidas por um chicote."
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"Desculpe por atrasar você com a tarefa de cortar a grama, Billy, mas preciso que você vá até a casa da Sra. Prettyman para comprar um pouco de creme que ela me prometeu." Aquela ardente filha de Jubal suspirou, não pela invasão de seu horário de lazer de domingo à tarde, mas porque descobrira que a lição seria sobre Jonas e a baleia. Ela sempre gostara da história dos corvos alimentando Elias e da parábola do Filho Pródigo. Sentia que seu temperamento a inclinava mais a histórias em que a hospitalidade e as descrições de dar água na boca da fome apaziguavam o interesse dramático. Bem, ela sabia que o tisbita e o filho errante que retornara ao banquete do bezerro cevado teriam recebido plena justiça de suas mãos. Quanto a Jonas e à baleia com o esôfago descomunal, ela faria o possível. Cautelosamente, aproximou-se da porta, parando a cada passo para escutar e olhar novamente para o trabalhador lá em cima. Estava bem no canto da casa quando vozes soaram lá de dentro. Assustou-se, a respiração acelerada. Não conseguiu captar nenhuma palavra, mas percebeu pelo tom de voz que os interlocutores estavam zangados. Passos arrastados subiram a escada e viraram em direção aos fundos.
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